Toda aquela geometria de estrelas pulsantes agora não passa de uma confusão de pontos brancos solitários e perdidos no espaço procurando um olhar distante que reflita as suas luzes, ou que reflita sobre. Ainda não sei.
Se eu estivesse embriagada poderia dizer até que as estrelas eram dançantes, mas não. Elas eram mais que isso. Eram pulsantes, reluzentes, como nunca eu havia visto. Talvez até porque ninguém fale dos seus desejos sobre as estrelas, talvez por ser proibido.

1 comentário
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setembro 19, 2009 às 2:20 pm
Rogério Tomaz Jr.
Cara,
Muito bom começar o dia tomando esses goles de poesia tão gostosa e leve.
Legal que você gostou do texto sobre a condenação da Globo. Eu tive até que me segurar para não desancar ainda mais essa emissora que é um verdadeiro câncer, mas que está sendo combatido e derrotado aos poucos…
Não deixe de nos brindar com esses goles de palavras doces e instigantes. Passarei sempre por aqui.
Abrs,
Rogério Tomaz Jr.